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MOSQUITOS

Os mosquitos são insetos dípteros, pertencentes à família Culicidae. São vulgarmente conhecidos como “melgas” e podem ser encontrados em toda parte, em especial nos países quentes ou temperados.
A água é um fator essencial para o seu desenvolvimento, sendo que se podem desenvolver em qualquer porção de água, quer seja salobra, doce, limpa ou poluída. Também crescem em buracos, em árvores, em plantas, ou em quaisquer utensílios capazes de acumular água.
Hoje em dia, existem mais de 3.000 espécies de mosquitos, descritos em intensos estudos e pesquisas que visam conhecer melhor a sua biologia e encontrar os melhores meios para os combater.
O incómodo e o desconforto não são os únicos inconvenientes causados pela presença e atividades dos mosquitos, fora e dentro das residências. Existe um problema muito mais sério. Os mosquitos têm o papel de vetores transmissores de inúmeras doenças: filarioses, malária, dengue, febre amarela, leishmaniose e encefalites.
A capacidade de proliferação e a facilidade de dispersão dos mosquitos, são características essenciais e fundamentais para a ocorrência de epidemias destas doenças. Portanto, para conter ou evitar esta situação deve-se investir nas investigações e pesquisas básicas e implantar programas específicos de combate e erradicação das espécies transmissoras.  

PRINCIPAIS ESPÉCIES DE IMPORTÂNCIA SANITÁRIA:

 

Anolfelinos- transmissores da malária humana.

Culicineos- maior subfamília, com 34 géneros e cerca de 3.000 espécies.

Entre estes géneros encontramos os Aedes e os Culex.

Do género Aedes, as espécies aegypti, albopictus e scapularis são responsáveis pela transmissão de dengue, febre amarela urbana, encefalites e encefalite japonesa.

  • O Aedes aegypti é considerado o vetor clássico do dengue e febre amarela urbana devido à sua elevada endofilia, antropofilia e suscetibilidade ao vírus da febre amarela.

Dentre as espécies do género Culex, a espécie quinquefasciatus é a mais importante no meio urbano.

  • É conhecida vulgarmente como 'mosquito doméstico tropical' e ocorre em abundância nos aglomerados humanos.
  • É o principal transmissor da filariose bancroftiana (elefantíase) e de vírus causadores de encefalites. 

Métodos de Controlo:

Oferecemos um programa poderá incluir as seguintes soluções: 

  • Pulverização 
  • Fumigação 
  • Insectocaçador
  • Recomendações de higiene e limpeza 

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